Dia duro com muito calor. Paragens frequentes para beber água. Comecei a trazer à volta do pescoço um lenço encharcado com água gelada. E mesmo assim, tinha o fato encharcado de suor.
Começamos por um passeio através do Parque Nacional de Joshua Tree ( foto da árvore em cima ), muito bonito com florestas desta estranha árvore que parece um cacto enorme com um tufo verde em cima. Paragem para almoço pelas 11:30 em 29 Palms, uma cidadezinha no deserto. Pouco mais que um cruzamento com gasolina, um Mac, stand de automóveis e mais uma ou duas lojas. Ao rolar pelo deserto, em rectas que não acabam é estranho ver aqui ou ali uma casa. O que fará essa gente ?
Depois do almoço, com mais de 40 graus, entramos na antiga estrada 66 em direcção a Leste, e pelo deserto fora. Sempre a rolar. Como é habitual, o guia para no local anunciado e, pouco a pouco vai chegando cada uma das motos. São 12 no total. De vez em quando perde-se alguém, mas aparece mais tarde.
Paragem em Amboy, no meio de um deserto de sal. Um calor insuportável. Mas é um cafezinho mítico da estrada 66 e são muitas as Harleys que ali passam, vindas dos dois sentidos. O café tem uma decoração dos anos 50. O moel já ão existe. Aliás não existe mais nada. O dono do café, que o mantém religiosamente como era no passado, não tem medo de estar ali sozinho o dia todo a 50 kms da próxima casa: anda com um enorme revolver na cintura !
Entretanto saímos a Califórnia e entramos no Nevada. Chegamos ao fim da tarde a Laughlin. Um sítio incrível ( horrível, leia-se). Laughlin é uma pequena cidade no deserto que só tem casinos. Só. Não há lojas, não há restaurantes, não há nem sequer jardins. Nem verdes. Atravessa-se o eserto e de repenmte aparece um riozinho e uma cidade fantasma a seu lado. Só em casinos rodeados por parques de estacionamento enormes. Cada casino é também hotel e restaurante.
Exausto, tomei um banho, peguei num livro e vim cá abaixo explorar. O casino tem 2 edifícios com 2 andares e na base dos dois a zona de jogo e os restaurantes e bares. Impossível vir para a rua: não há nada senão outros casinos e, mesmo a essa hora de fim de dia, o calor a rua é insuportável. Teria pago uma fortuna por uma mesinha calma para jantar e ler o meu livro. Teria, mas ninguém o queria. O que havia cá em baixo era: um balcão de hamburgueres cheio de gente, uma pizzaria cheia de gente, uma steak house cheia de gente, um buffet cheio de gente. Tudo ainda mais animado porque o bar, que é enorme, estava a transmitir um jogo de boxe no ecran gigante e TODAS as mesas e cadeiras estavam cheias e gente a seguir com berros o combate.
Exausto que estava, desisti: comprei um hamburguer e fui dormir.
Importa dizer que a zona de jogo é ... em todo o lado. Toda a zona do R/ch está cheia de máquinas, roleta, poker, etc.
Detestei a cidade. De cidade não tem nada. nem o nome: chama-se Laughlin porque é o nome do primeiro casino que ali foi construído. Tudo é plástico e falso. E, como é possível que haja milhares de famílias ali a passar férias com as crianças ? os mais novos na piscina e os mais velhos no jogo. Tudo na boa. Não há uma planta que não seja e plástico !
E eu ainda não sabia o pior.
Começamos por um passeio através do Parque Nacional de Joshua Tree ( foto da árvore em cima ), muito bonito com florestas desta estranha árvore que parece um cacto enorme com um tufo verde em cima. Paragem para almoço pelas 11:30 em 29 Palms, uma cidadezinha no deserto. Pouco mais que um cruzamento com gasolina, um Mac, stand de automóveis e mais uma ou duas lojas. Ao rolar pelo deserto, em rectas que não acabam é estranho ver aqui ou ali uma casa. O que fará essa gente ?
Depois do almoço, com mais de 40 graus, entramos na antiga estrada 66 em direcção a Leste, e pelo deserto fora. Sempre a rolar. Como é habitual, o guia para no local anunciado e, pouco a pouco vai chegando cada uma das motos. São 12 no total. De vez em quando perde-se alguém, mas aparece mais tarde.
Paragem em Amboy, no meio de um deserto de sal. Um calor insuportável. Mas é um cafezinho mítico da estrada 66 e são muitas as Harleys que ali passam, vindas dos dois sentidos. O café tem uma decoração dos anos 50. O moel já ão existe. Aliás não existe mais nada. O dono do café, que o mantém religiosamente como era no passado, não tem medo de estar ali sozinho o dia todo a 50 kms da próxima casa: anda com um enorme revolver na cintura !
Entretanto saímos a Califórnia e entramos no Nevada. Chegamos ao fim da tarde a Laughlin. Um sítio incrível ( horrível, leia-se). Laughlin é uma pequena cidade no deserto que só tem casinos. Só. Não há lojas, não há restaurantes, não há nem sequer jardins. Nem verdes. Atravessa-se o eserto e de repenmte aparece um riozinho e uma cidade fantasma a seu lado. Só em casinos rodeados por parques de estacionamento enormes. Cada casino é também hotel e restaurante.
Exausto, tomei um banho, peguei num livro e vim cá abaixo explorar. O casino tem 2 edifícios com 2 andares e na base dos dois a zona de jogo e os restaurantes e bares. Impossível vir para a rua: não há nada senão outros casinos e, mesmo a essa hora de fim de dia, o calor a rua é insuportável. Teria pago uma fortuna por uma mesinha calma para jantar e ler o meu livro. Teria, mas ninguém o queria. O que havia cá em baixo era: um balcão de hamburgueres cheio de gente, uma pizzaria cheia de gente, uma steak house cheia de gente, um buffet cheio de gente. Tudo ainda mais animado porque o bar, que é enorme, estava a transmitir um jogo de boxe no ecran gigante e TODAS as mesas e cadeiras estavam cheias e gente a seguir com berros o combate.
Exausto que estava, desisti: comprei um hamburguer e fui dormir.
Importa dizer que a zona de jogo é ... em todo o lado. Toda a zona do R/ch está cheia de máquinas, roleta, poker, etc.
Detestei a cidade. De cidade não tem nada. nem o nome: chama-se Laughlin porque é o nome do primeiro casino que ali foi construído. Tudo é plástico e falso. E, como é possível que haja milhares de famílias ali a passar férias com as crianças ? os mais novos na piscina e os mais velhos no jogo. Tudo na boa. Não há uma planta que não seja e plástico !
E eu ainda não sabia o pior.

Fiquei curiosa: o que é o pior?????
ResponderEliminar:)