Tinha planeado deixar-me dormir até tarde mas, como vem sendo hábito, eram sete e já estava desperto. Do 11º piso, a vista sobre a cidade é muito boa. A essa hora, a cidade está calma. Abri a janela para deixar entrar o ar fresco da manhã e entrou logo uma corrente de ar quente. Fiquei logo a saber com o que contar...
Tomei banho e desci para o pequeno almoço, vestido à Americana: t shirt, calções e sandálias. Só me faltava a barriga e o copo de meio litro de cola na mão. Fiquei na mesa onde estava o guia, Dan que, como e hábito, falou sem parar. Assuntos triviais. Saí então para a cidade, seriam umas nove menos pouco. Vegas é uma cidade fácil de visitar porque, apesar de ser enorme, tudo o que interessa está em duas ruas: uma avenida enorme, a "strip" onde estão todos os casinos e uma perpendicular, a "Freemont" que é onde Vegas começou com o primeiro casino nos anos 20 do século passado.
Tudo em Vegas anda à volta dos casinos, e cada casino faz tudo para atrair os visitantes. Os casinos são também hotéis e multi-restaurantes. E são todos feitos à volta do mesmo: o exterior é sempre espectacular, por dentro o r/ch é uma monumental sala de jogo ( difícil encontrar a recepção do hotel propriamente dito ) rodeada nesse piso ou em cima por inúmeros restaurantes e lojas.
Visto de fora, cada casino é mais espectacular que o outro: os espectáculo de água do Bellagio ( Ocean's Eleven ... ) os canais e gondolas no Venetian, uma paisagem de Nova Iorque mais adiante, uma miniatura da torre Eiffel, enfim. Vale a pena fazer a "strip" devagar e parar ou entrar em cada casino. Cá fora um calor horrível desde a manha, mas lá dentro sempre fresco. Vários casinos têm cá fora sprays de água fresca para criar uma nuvem que refresca quem passa. Eu sei que vista a crer mas é mesmo assim.
Vegas tem uma cultura muito própria. Quem vem cá, vem para se divertir à grande e à americana. Jogo, musica, espectáculos. Trás-se companhia ou contrata-se cá. ( anúncios por todo o lado nesta América de contrastes ). Há visitantes de todas as cidades. E, tal como tina visto em Laughlin, as salas de jogo funcionam 24 horas. E sempre com gente. Ao passar pela sala de jogo ( para vir para o quarto tem de ser ) , fico parado a reparar em gente nova que está ali a jogar. Como dizem os americanos "get a life, man" - será que esta gente não tem nada mais para fazer ?
Estou tão ansioso para me por a andar...
Tomei banho e desci para o pequeno almoço, vestido à Americana: t shirt, calções e sandálias. Só me faltava a barriga e o copo de meio litro de cola na mão. Fiquei na mesa onde estava o guia, Dan que, como e hábito, falou sem parar. Assuntos triviais. Saí então para a cidade, seriam umas nove menos pouco. Vegas é uma cidade fácil de visitar porque, apesar de ser enorme, tudo o que interessa está em duas ruas: uma avenida enorme, a "strip" onde estão todos os casinos e uma perpendicular, a "Freemont" que é onde Vegas começou com o primeiro casino nos anos 20 do século passado.
Tudo em Vegas anda à volta dos casinos, e cada casino faz tudo para atrair os visitantes. Os casinos são também hotéis e multi-restaurantes. E são todos feitos à volta do mesmo: o exterior é sempre espectacular, por dentro o r/ch é uma monumental sala de jogo ( difícil encontrar a recepção do hotel propriamente dito ) rodeada nesse piso ou em cima por inúmeros restaurantes e lojas.
Visto de fora, cada casino é mais espectacular que o outro: os espectáculo de água do Bellagio ( Ocean's Eleven ... ) os canais e gondolas no Venetian, uma paisagem de Nova Iorque mais adiante, uma miniatura da torre Eiffel, enfim. Vale a pena fazer a "strip" devagar e parar ou entrar em cada casino. Cá fora um calor horrível desde a manha, mas lá dentro sempre fresco. Vários casinos têm cá fora sprays de água fresca para criar uma nuvem que refresca quem passa. Eu sei que vista a crer mas é mesmo assim.
Vegas tem uma cultura muito própria. Quem vem cá, vem para se divertir à grande e à americana. Jogo, musica, espectáculos. Trás-se companhia ou contrata-se cá. ( anúncios por todo o lado nesta América de contrastes ). Há visitantes de todas as cidades. E, tal como tina visto em Laughlin, as salas de jogo funcionam 24 horas. E sempre com gente. Ao passar pela sala de jogo ( para vir para o quarto tem de ser ) , fico parado a reparar em gente nova que está ali a jogar. Como dizem os americanos "get a life, man" - será que esta gente não tem nada mais para fazer ?
Estou tão ansioso para me por a andar...

Sem comentários:
Enviar um comentário