
Levantar cedo em Bryce. Pequeno almoço bom, sem excessos e, antes da partida ainda tive tempo de ir ao Parque de Bryce Canyon fazer umas fotos. Muito bonito, merecia uns dias de sapatilhas a caminhas pelos desfiladeiros. ( a terceira foto ).
Seguimos então para a surpresa do dia: o parque de Zion. Eu já andava a brincar há uns dias com aquele nome pateta, mas nada nos preparava para o que vimos. E do que vimos, rezam as fotos e os vídeos.
Almoçamos num restaurante de montanha à saída do parque, onde o grupo foi chegando com intervalos enormes porque todos tínhamos parado para fazer fotos ou simplesmente para apreciar a paisagem.
Logo à saída, dois episódios. Primeiro paramos num stand Harley porque os apaixonados da marca queriam fazer compras ! Importa dizer que Harley Davidson é uma marca de roupas que também vende motos. Pelo stand que vi, devem vender mais extras do que motos.
Depois outro: o guia teve um furo. Lá se foi buscar a moto que vem na carrinha e a ele foi para lá.
Daí até Vegas, o destino do dia, falavam duas horas e meia de estrada. Em Bryce estava fresco , até com uns chuviscos, mas o guia avisou logo que o calor ia apertar. E assim foi. Ao descer da serra, em longas rectas, o calor foi apertando e chegávamos aos pontos de paragem exaustos. Muito se foi bebendo. Como é hábito eu despejava uma garrafa de agua peça cabeça abaixo mas logo que enrava na estrada o corpo ia secando. Pelas 17 saímos da autoestrada para comer um gelado numa loja muito gira, com decoração dos anos 60 numa vilazinha. Tomamos então uma estrada de serra, que o guia achava melhor para entrar em Vegas, como alternativa á autoestrada. A estradinha prometia curvas abertas e percursos sem trânsito, o que foi recebido de bom grado porque não agrada a ninguém andas nas euro estradas americanas onde os camiões andam de gás ao nosso lado.
Correu mal porém. A tal estrada tinha três trechos em obras ( que o guia conhecia ), que estavam sem pavimento e com muita gravilha solta. Fiz o primeiro muito devagar em primeira e segunda, atrasei a carrinha, mas é mesmo assim. Quando entrei na segunda parte, vi logo ao longe que havia asneira. Na zona de obras, para evitar o pó, tinham molhado o piso. Inteligente quando a terra é barrenta. Conclusão, o casal italiano escorregou e caíram. Não se magoaram mas ela ficou com algumas dores no braço e passou para a carrinha. A moto ficou com os plásticos partidos. Mau ambiente. Caiu ele mas podia ter caído qualquer outro: o piso escorregava mesmo a andar a pé.
Ficamos ali talvez uma meia hora, só as últimas motos da fila e a carrinha de apoio. A italiana passou para a carrinha e continuamos. Mais adiante estavam os outros à espera. O guia, na boa, o que me aborreceu pois tem alguma responsabilidade ao escolher a estrada, mas enfim.
A partir daí fizemos mais hora e meia, talvez duas horas até Vegas, sempre em ritmo rápido, o que me voltou a aborrecer até porque a entrada nas cidades e sempre complexa com enormes autoestradas a entrar e sair por todo o lado. E vários de nós ainda com óculos de sol, quando entramos na cidade era já noite. Mas enfim, correu bem e, todos exaustos, recebemos as chaves que, no meu caso, me abriram a porta do 11257.
Pelas 21:30 jantamos todos juntos para nos despedirmos de parte do grupo que acaba aqui a viagem. Adormeci na mesa. Mesmo. Mas não era único.
O dia seguinte, para relaxar em Las Vegas, é bem-vindo.
Seguimos então para a surpresa do dia: o parque de Zion. Eu já andava a brincar há uns dias com aquele nome pateta, mas nada nos preparava para o que vimos. E do que vimos, rezam as fotos e os vídeos.
Almoçamos num restaurante de montanha à saída do parque, onde o grupo foi chegando com intervalos enormes porque todos tínhamos parado para fazer fotos ou simplesmente para apreciar a paisagem.
Logo à saída, dois episódios. Primeiro paramos num stand Harley porque os apaixonados da marca queriam fazer compras ! Importa dizer que Harley Davidson é uma marca de roupas que também vende motos. Pelo stand que vi, devem vender mais extras do que motos.
Depois outro: o guia teve um furo. Lá se foi buscar a moto que vem na carrinha e a ele foi para lá.
Daí até Vegas, o destino do dia, falavam duas horas e meia de estrada. Em Bryce estava fresco , até com uns chuviscos, mas o guia avisou logo que o calor ia apertar. E assim foi. Ao descer da serra, em longas rectas, o calor foi apertando e chegávamos aos pontos de paragem exaustos. Muito se foi bebendo. Como é hábito eu despejava uma garrafa de agua peça cabeça abaixo mas logo que enrava na estrada o corpo ia secando. Pelas 17 saímos da autoestrada para comer um gelado numa loja muito gira, com decoração dos anos 60 numa vilazinha. Tomamos então uma estrada de serra, que o guia achava melhor para entrar em Vegas, como alternativa á autoestrada. A estradinha prometia curvas abertas e percursos sem trânsito, o que foi recebido de bom grado porque não agrada a ninguém andas nas euro estradas americanas onde os camiões andam de gás ao nosso lado.
Correu mal porém. A tal estrada tinha três trechos em obras ( que o guia conhecia ), que estavam sem pavimento e com muita gravilha solta. Fiz o primeiro muito devagar em primeira e segunda, atrasei a carrinha, mas é mesmo assim. Quando entrei na segunda parte, vi logo ao longe que havia asneira. Na zona de obras, para evitar o pó, tinham molhado o piso. Inteligente quando a terra é barrenta. Conclusão, o casal italiano escorregou e caíram. Não se magoaram mas ela ficou com algumas dores no braço e passou para a carrinha. A moto ficou com os plásticos partidos. Mau ambiente. Caiu ele mas podia ter caído qualquer outro: o piso escorregava mesmo a andar a pé.
Ficamos ali talvez uma meia hora, só as últimas motos da fila e a carrinha de apoio. A italiana passou para a carrinha e continuamos. Mais adiante estavam os outros à espera. O guia, na boa, o que me aborreceu pois tem alguma responsabilidade ao escolher a estrada, mas enfim.
A partir daí fizemos mais hora e meia, talvez duas horas até Vegas, sempre em ritmo rápido, o que me voltou a aborrecer até porque a entrada nas cidades e sempre complexa com enormes autoestradas a entrar e sair por todo o lado. E vários de nós ainda com óculos de sol, quando entramos na cidade era já noite. Mas enfim, correu bem e, todos exaustos, recebemos as chaves que, no meu caso, me abriram a porta do 11257.
Pelas 21:30 jantamos todos juntos para nos despedirmos de parte do grupo que acaba aqui a viagem. Adormeci na mesa. Mesmo. Mas não era único.
O dia seguinte, para relaxar em Las Vegas, é bem-vindo.

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